Mais células, mais pixels

Os consumidores que forem às lojas agora no final do ano – e/ou nos próximos meses, talvez pensando na Copa do Mundo, como é de lei – encontrarão mais uma variedade até agora pouco falada. São os TVs Nano Cell, lançados pela LG para fazer frente aos QLED, da arqui-inimiga Samsung. O leitor, atônito, talvez queira perguntar: mas os QLED não surgiram exatamente para competir com os OLED, da mesma LG? 

Pois é, pode-se afirmar que são coisas iguais, mas diferentes. Informa a LG que os elementos de imagem num painel Nano Cell têm 1nm (nanômetro, medida equivalente a um milionésimo de milímetro), enquanto os pontos quânticos (Quantum Dots) medem de 2 a 11nm. Por serem menores, essas partículas retêm maior quantidade de luz e variações de cor, o que daria mais estabilidade aos pixels. Também teriam menor custo de produção, diz a empresa.

Claro que a Samsung não concorda com essas explicações, embora oficialmente não se manifeste. No Brasil, a TCL também está lançando TVs de pontos quânticos, algo que a Sony também já oferece, só que com a denominação Triluminos. O que varia é a eficiência do processador usado pelos diversos fabricantes.

Ainda há poucas referências sobre o desempenho dos TVs Nano Cell; aliás, estamos aguardando um para testes, e talvez assim possamos compará-lo com as outras tecnologias.

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