Um outro gênio

No último dia da CES, entrevistei Noel Lee, fundador e proprietário da Monster, maior fabricante de cabos de áudio/vídeo do mundo. Não foi nossa primeira entrevista, Lee é muito simpático e atende todo mundo com a maior boa vontade. Tem um problema circulatório nas pernas que o impede de andar muito e dificulta seus movimentos. Durante a CES, andava pelos corredores a bordo de uma espécie de patinete eletrônico, que já virou sua marca registrada.
 
Na minha opinião, Lee pode ser colocado naquela categoria dos visionários da indústria, onde se incluem nomes como Bill Gates, Steve Jobs, Akio Morita, Amar Bose e vários outros. O homem enxerga longe. Quatro anos atrás, me disse que já previa o crescimento dos sistemas sem fio e que estava preparando a Monster para esses novos tempos. Hoje, a empresa brilha também em áreas como sistemas de proteção de energia e automação residencial, por exemplo.
 
“Tudo que se pode fazer com uma conexão sem fio, pode-se fazer melhor com fios”, resume Lee. O problema, diz ele, é educar o consumidor para isso, e é o que ele cobra diariamente de seus funcionários e parceiros.  

Em tempo: o vídeo está abaixo: 

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Não falei?

Vocês viram no YouTube o vídeo do Bill Gates? Acabei de ver. É engraçadíssimo e, para mim, confirma que o homem não vai mesmo se aposentar. Ele faz piada o tempo todo com essa coisa de aposentadoria que, convenhamos, não combina com uma figura como ele. Basta ouvir o que dizem seus “colegas” de trabalho.
 
No vídeo, Gates literalmente fica sem saber o que fazer após se despedir da Microsoft. Chega a pedir a emprego a gente como Steven Spielberg. Oferece-se para tocar guitarra no U2, o que é gentilmente recusado por Bono Vox, com a justificativa de que “a banda já está completa”. E liga até para os candidatos democratas à presidência, Hilary Clinton e Obama Barack, pedindo para trabalhar na campanha (não deixa de dizer, com isso, que apoia os democratas).
 
Ou seja, Gates brinca com a idéia de, após 30 anos, ficar sem trabalhar. “Bem que ele poderia, afinal economizou um pouquinho”, ironiza seu sócio, Steve Ballmer. Pois é, só um pouquinho. Mas não está com cara de quem quer ficar em casa, gastando o dinheiro que juntou.

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Ufa!!!

A CES chega ao fim, e bate uma sensação de alívio. Afinal, foram oito dias de trabalho intenso e um stress fora do norma, para colocar no ar as notícias mais quentes que conseguimos obter.

A cobertura, na verdade, continua: várias notícias que colhemos na CES serão divulgadas aos poucos, nos próximos dias.Mas ontem (5a.) já tivemos algumas horas de relax, que serviram para conhecer melhor esta fantástica didade. Hoje, pegamos o avião de volta ao Brasil. CES, até 2009.

Darth Vader também está aqui

Íamos caminhando por um dos abarrotados corredores da Feira quando vimos um robozinho no chão, tremendo como se estivesse com febre. Impossível resistir à curiosidade: o que seria aquilo? Uma reencarnação do velho robô do “Perdidos no Espaço”, aquele que vivia repetindo “positivo… negativo… positivo…” (desculpem os mais jovens, mas Perdidos no Espaço é da minha infância).

Voltando ao nosso querido robô, era uma simulação de “Star Wars”, preparada pela Texas Instruments, para demonstrar um novo chip. O controle remoto que comanda o robô parece uma nave do Darth Vader. Na tela, claro, imagens do filme em alta definição. Nem sei se isso vai chegar ao mercado, e também não importa. Valeu pela curiosidade. Se você também ficou curioso, dê uma olhada no vídeo.

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Maldita nostalgia!

 

John Lennon está aqui. Não, não é um daqueles famigerados sósias (tipo Elvis) que perambulam pelos cassinos de Las Vegas e às vezes até vêm conversar com você, como espíritos recém-chegados do outro mundo. Quem está aqui, na verdade, é Yoko Ono, rainha do marketing, que agora bolou uma tal de “John Lennon Educational Tour Bus”. 

Juntou um grupo de artistas atuais (como a turma do badalado Black Eyed Peas) e prometeu sair de ônibus pelo País, para ensinar música e artes em geral a jovens e crianças. Pelo que entendi, seria um tour para mostrar as pessoas parte da obra de John. Pensei comigo: coitado, lá do céu ele deve estar se remoendo ao ver como sua viúva continua faturando. Justamente ele que, dos quatro Beatles, sempre pareceu o menos preocupado com dinheiro.
 
Não posso negar que, mais uma vez, bateu a nostalgia. Melhor esquecer: a CES continua e tenho que correr para lá…

Onde estão os audiófilos?

 

Tenho ouvido essa pergunta com freqüência ultimamente, e mais ainda aqui na CES. Com a pulverização dos fabricantes tradicionais de equipamentos high-end, o que foi feito dos verdadeiros amantes do áudio, aqueles que antigamente se ajoelhavam diante de um amplificador Jeff Rowland, um toca-discos de vinil Garrard ou até um gravador de rolo Akai?
 
Segundo um executivo da Marantz com quem conversei, eles estão por aí, mas com uma diferença essencial em relação aos consumidores, digamos, normais. Estes continuam comprando seus produtos preferidos, enquanto os audiófilos… bem, estes ficam apenas lendo revistas de áudio e não compram nada.
 
Não sei se é uma boa definição, mas o fato é que, goste-se ou não, a era do MP3 colocou no limbo toda uma geração de belos produtos criados pelo gênio humano. Por isso, quando topamos com uma caixa acústica como esta McIntosh, com nada menos do que 110 alto-falantes e 2m10 de altura, não dá para não ficar extasiado. Quantas casas hoje em dia terão espaço para tal preciosidade?
 
Sensação parecida tive diante da nova Evidence, da Dynaudio, também exposta aqui em Las Vegas. Mas foram momentos raros, pelo menos até agora. Os grandes nomes do áudio estão escondidos em pequenas salas, ou então desapareceram de vez, dando lugar à geração made in China.
 
Recentemente, a Krell anunciou que estava lançando um dock para iPod. Na semana passada, a Mark Levinson uniu-se à LG para produzir – pasmem – sistemas compactos de home theater. Para quem conviveu um bom tempo com essas e outras marcas de igual quilate, não deixa de bater uma certa nostalgia.
 
Voltarei ao assunto em breve, mas por hora quero deixar registrado um momento único, proporcionado hoje pela B&W, aqui na CES: uma reexibição da célebre Nautilus, a original, em três versões comemorativas. Ao tirar a foto, confesso que o coração bateu mais forte.

Congelando na fila…

 

Em São Paulo, costumamos brincar que paulistano é louco por fila. Seria essa a razão por que churrascarias nos almoços de domingo e pizzarias nas noites de sábado têm que armar esquemas especiais para os clientes esperarem na calçada sua vez de ser atendidos.
 
Pois bem, aqui em Las Vegas esse tipo de pessoa iria se dar bem. As filas já estão se tornando uma tradição nesta cidade por onde passam, todos os anos, mais de 40 milhões de turistas (só para comparar: o Brasil inteiro recebe cerca de 6 milhões). Na cidade do jogo, tem fila para tudo: espera no taxi, restaurantes, monorail (espécie de metrô de superfície que atravessa a cidade), entrada na CES, a espera para entrar em alguns estandes e – acreditem – fila até para ir ao banheiro. Sim, se você estiver apertado, precisa exercitar seu lado zen para não dar vexame em público. E que público: este ano, são mais de 140 mil visitantes na CES.
 
Engraçado que a população da cidade cresce (pior: dobra de tamanho a cada dez anos, desde 1940) e o sistema de transportes continua o mesmo. O número de taxis não aumenta, e o resultado é…. mas filas.
 
A pior fila, na minha opinião, é aquela na porta do hotel, especialmente quando você tem um compromisso inadiável do outro lado da cidade. Em determinados momentos do dia você pode passar até uma hora esperando seu cab. Aconteceu comigo, pela enésima vez, nesta 3a. feira, sob um frio congelante. Tive sorte de serem apenas 20 minutos de espera. Mais sorte ainda porque colocaram ali um aquecedor e passei a maior parte do tempo sob essa santa (e calorosa) proteção. Vejam na foto.
 
É, mas alegria de pobre dura pouco. Quando aquele calorzinho já estava ficando agradável, meu taxi chegou. E lá fui eu para a próxima fila.

Fórmula 1, dentro da CES

Confesso que já ia me sentindo como um Schumacher… Percorrendo o enorme estande da Pioneer, demos de cara com um carro superequipado, com som a todo vapor (nem consegui contar quantos alto-falantes) e uma tela de DVD/GPS no painel. Volante à la Fórmula 1 e apenas um banco (o do motorista, é claro). Já ia tomando meu lugar no cockpit quando um segurança da Pioneer, bem delicado, me disse que não podia entrar no carro. Frustração: logo agora que eu ia me transformar no novo Senna (cá entre nós: daria mais para um Rubinho, mas isso é outra história…)

O fato (registrado na foto ao lado) é que a Pioneer literalmente detona em termos de som automotivo – o que, aliás, não é nenhuma novidade para os entendidos no assunto. Foi um momento descontraído, em meio a essa neura que é a CES.

Adeus, mr. Gates

 

Alguém acredita mesmo que “o homem” está se aposentando? Esta foi a grande “notícia” do primeiro dia da CES na imprensa mundial, e vocês devem ter notado que não demos nada no nosso site. Na verdade, há pelo menos cinco anos que Bill Gates faz o discurso de abertura da CES, e quase sempre fala a mesma coisa. Tentei entrar na sala duas vezes e vi um monte de pessoas sentadas no chão para ver o cara falando. Desisti. Desta vez, nem fui.

Vi alguns colegas dizendo que tiveram o privilégio de ver a “despedida”, mas acho que não perdi nada. Bill Gates é uma figura tão mitológica que vai continuar em nossas vidas por muitos anos. Mais ou menos como o Pelé, que encerrou a carreira de jogador há mais de 30 anos e aparece todo dia na mídia, como se continuasse em atividade.
 
Vocês que são fãs de Gates, desculpem não termos dado a “notícia”, mas é que achamos mais valioso cobrir as novidades da CES. E vocês que não são tão fãs assim, lembrem-se que ele não vai largar a Microsoft. Gates e MS são como sol e mar: um não pode viver sem o outro.

Telas finas e frágeis

 

Esta 2a. feira, primeiro dia aberto aos visitantes da CES, já nos valeu pelo evento inteiro. Aliás, desculpem: não coloquei nada no blog porque simplesmente não deu – nossas aventuras na Feira ocuparam todo o dia; com a diferença de fuso horário (6 horas a menos), ficou impossível escrever a tempo.
 
Bem, mas aqui estou, sobrevivido, após uma maratona de vídeos e fotos que, como disse, nos ocupou o dia inteiro. Quem quiser pode dar uma olhada no hometheater.com.br. Valeu a pena estar aqui, no centro das notícias sobre tecnologias, vendo como os principais fabricantes produzem esse verdadeiro show que é a CES.
 
De tudo, o que mais me impressionou foram mesmo as telas ultra-finas, como as da Samsung, Sony e Pioneer (veja na foto). Seu brilho é tão intenso que lembram aqueles espelhos de parede (notem nos vídeos que ficou até difícil mostrá-las, devido aos reflexos do ambiente. Há quem diga que as de tecnologia OLED não vão durar muito porque o material é frágil. E parece que é mesmo, a julgar pela aparência inicial.
 
A Sony já lançou no Japão e promete vender nos EUA ao longo deste ano. Mas diga a verdade: você, que acabou se comprar seu plasma ou LCD, trocaria por alguns milímetros a menos?

Mac com Blu-ray?

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Pois é, acabou de estourar a notícia (se é que podemos chamar isso de notícia; pode perfeitamente ser mais um balão de ensaio, com interesses ocultos). O fato é que no próximo dia 14 a Apple realiza em San Francisco, como todo ano, seu encontro mundial com revendedores, parceiros e mídia especializada. No ano passado, lembram-se? Foi aquele auê com a estréia do iPhone. Agora, todo mundo se pergunta o que será que Steve Jobs irá aprontar…
 
Pode perfeitamente ser a confirmação de que a próxima geração do Macintosh virá com drive Blu-ray integrado. A Apple, como se sabe, até agora manteve-se neutra na disputa dos formatos, mas não será surpresa se arrombar de vez essa porteira. Depois do anúncio da Warner, isso seria, sem dúvida, o fim do HD-DVD. Atenção para os próximos capítulos.

O furo, onde está o furo?

Na telinha do computador, a caminho da CES, ficamos sabendo que a Warner Home Video decidiu não lançar mais discos HD-DVD e concentrar-se no Blu-ray. O que significa uma notícia dessas na véspera da abertura do evento mais importante do setor? Muito, mas muito mesmo! Basta dizer que a HD-DVD Association, capitaneada pela Toshiba, cancelou na última hora a festa que daria neste domingo para jornalistas e convidados, onde iria “comemorar” o sucesso de sua criação. Executivos da empresa, constrangidos, evitam falar do assunto.
 
Como jornalista, aposto um ingresso para um dos cinco shows do Cirque de Soleil em cartaz em Vegas, que todos os colegas especializados na área gostariam de ter dado esse furo: um dos maiores estúdios de Hollywood anuncia uma decisão que – salvo algum milagre completamente imprevisto – irá encerrar de vez essa estúpida guerra de formatos entre Blu-ray e HD-DVD. Mas a Warner guardou o segredo a muitas chaves, de modo que nenhum veículo de mídia conseguiu dar a notícia antes do anúncio oficial.
 
Nos meus tempos de repórter iniciante, a busca pelo furo era obrigação estimulada por editores mal-humorados e regada a cafezinhos e cigarros consumidos às dezenas todos os dias. Nestes tempos globalizados, acho que não há mais espaço para o furo, no sentido tradicional. E quem vier para a CES pensando em dar notícias “exclusivas”, pode sair decepcionado. Vale mais, acredito, a paciência e persistência em saber interpretar notícias como essa da Warner e seu impacto para a indústria e para o consumidor.
 
Vamos tentar fazer isso nos próximos posts.

Limusine com champanhe

Bem, enquanto o stress não bateu, pudemos ter momentos (poucos, é verdade) de mordomia. Eu e o Edu fomos recebidos no aeroporto de Las Vegas por um motorista com limusine, com direito a champanhe, no melhor estilo superstar. Surpresa reservada pela operadora Tristar e pela agência Interline, que cuidaram de nossas reservas.

OK, OK, faltaram as taças de cristal e quem sabe algumas almofadas com penas de ganso para descansar nossas cansadas pernas. Mas ainda assim valeu. Foram menos de 10 minutos até chegar ao hotel. 10 minutos de celebridade!!!

A cidade do pecado

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Este é o apelido de Las Vegas, assim como Paris é a “cidade-luz” e Roma, a “cidade eterna”. No caminho entre o hotel e o Convention Center, passando pelas calçadas da strip – como os americanos chamam a avenida principal da cidade – fica fácil entender.

O pecado mora por todos os lados, seja na forma do jogo (mais de 30 milhões de pessoas vêm todo ano aqui para apostar nos cassinos); nas garotas (e garotos) de programa que você, após alguns anos freqüentando a cidade, consegue identificar de longe; nos imensos displays coloridos que iluminam os edifícios e convidam para shows variados e infinitas noites de prazer; e até nos mendigos estacionados nas calçadas – mesmo quando o frio beira zero grau – para distribuir folhetos eróticos que atendem todos os gostos.

Bem, mas não viemos aqui para cobrir um evento de tecnologia? Sim, claro, só que a CES começa neste domingo e hoje ainda é sábado, que no mundo inteiro (e aqui em Vegas ainda mais) é o “dia do pecado” por excelência. Não, nossas esposas não precisam se preocupar. Não vamos cair na gandaia, até porque, com 6 horas de fuso horário nas costas, nosso estado físico é precário para sequer pensar nessa hipótese.

 Já fomos à CES, vimos a montagem de alguns estandes, fizemos vídeos e fotos (que você pode conferir no www.hometheater.com.br) e agora temos que fazer a lição de casa. Que vem a ser: juntar o máximo possível de informações sobre o evento e seus expositores para transmitir ao leitor brasileiro o clima da festa – sim, a CES é, também, uma festa para os olhos de tecnomaníacos como nós.

Las Vegas, aqui vamos nós!

No avião, a caminho de Las Vegas, me dei conta de que este é meu décimo ano visitando a cidade. Na verdade, décimo-primeiro, considerando que foi na CES 1997 que fizemos a primeira cobertura pela revista HOME THEATER. Puxei mais pela memória e lembrei da minha primeira CES, em 1986, em Nova York, quando o evento devia ter uns 2% do tamanho que tem hoje. Ufa! Pensando bem, tem sido uma viagem e tanto acompanhar essa evolução. Afinal, a CES sintetiza tudo que vemos e ouvimos falar sobre o assunto ao longo do ano – incluindo uma série de produtos anunciados como “revolucionários”, mas que depois se revelam apenas idéias furadas.
 
Só quem já fez várias vezes esse trajeto São Paulo-Las Vegas sabe como é duro chegar até aqui. Ao todo, são mais de 20 horas de viagem, desde o momento em que se sai de casa até poder sentar na cama do hotel e tirar os sapatos. Ao meu lado, o Edu Bonjoch – que faz a sua primeira cobertura do evento – se diz cansado e mal consegue raciocinar. Mal sabe ele que a viagem está apenas no começo. Uma semana de muito stress nos aguarda.

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Tecnologia para dar o que pensar

Amigos, este é um espaço para discutirmos um pouco de tudo. Quem me conhece já sabe que minha praia é a tecnologia, mas aqui podemos falar também, por exemplo, de política – afinal, muitas decisões políticas afetam as empresas que produzem tecnologia. Ou, quem sabe, podemos falar de economia, tendo em vista que a tecnologia movimenta bilhões pelo mundo afora e inspira investimentos até mesmo em países sem tradição tecnológica, como o Brasil. Vamos discutir também artes e cultura. Cinema e música são exemplos de artes diretamente influenciadas pela evolução tecnológica, e além disso a internet está abrindo novas portas para a criação artística, certo? Dá ainda para ligar a questão da tecnologia com o esporte: nestes tempos de TV Digital, a cobertura esportiva na mídia está mudando radicalmente (aerá que para melhor?)
 
Bem, aí estão apenas alguns toques. Espero que todos entendam a proposta e participem com opiniões e comentários que estimulem o debate. Em mais de 25 anos trabalhando com tecnologia, aprendi – entre muitas coisas – que a gente nunca consegue dominar completamente um assunto. Surpresas acontecem quase todos os dias, e esse é talvez o aspecto mais fascinante de conviver com tantas novidades.
 
Graças à internet, estamos descobrindo outros aspectos igualmente atraentes, como a possibilidade de compartilhar idéias e experiências através de um blog. Vamos lá, então. Conto com a ajuda dos amigos que são, como eu, loucos por tecnologia.