Num país que não dá a mínima para a educação em geral, falar em televisão educativa às vezes beira o surrealismo, como se estivéssemos falando de outro planeta. Mas o fato é que temos agora uma chance, embora mínima, de virar esse jogo, digo, fazer com que as emissoras criadas para educar realmente cumpram seu papel. O Ministério das Comunicações abriu, nesta quinta-feira, consulta pública para definir os procedimentos que irão orientar a concessão de novos canais educativos. Segundo o site Tela Viva, a ideia é que, a partir de agora, só sejam aceitos proponentes que cumpram regras prévias de habilitação, dando-se prioridade a universidades e fundações que tenham maior número de alunos.
Se for isso, ótimo. Melhor ainda se o Ministério conseguir fazer com que as atuais 764 emissoras educativas em atividade no país (459 de rádio e 305 de TV) deixem de ser meros instrumentos políticos e/ou cabides de emprego, como infelizmente é a regra. Vamos aguardar.
A consulta dura 30 dias. Portanto, os interessados no assunto têm até o final de abril para dizer o que esperam de um canal de TV educativa.
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