A cada novo evento, evoluímos um pouco. Na chegada a Berlim, cruzo no aeroporto com colegas de outros países, quase todos agora a bordo de seus tablets (a maioria iPads, naturalmente). O taxista que me traz até o hotel – belo trajeto de uns 15 minutos, em meio à maior quantidade de árvores por metro quadrado que já vi – não usa mais um GPS convencional, mas um 3D, cujo visual vai mudando conforme o carro se desloca pelas tranquilas ruas da cidade. No quarto do hotel, não há mais necessidade de senha para acessar a internet sem fio: ligo o computador e começo a navegar, quase que num passe de mágica.
Sim, estamos evoluindo. Mas não tenho ilusões. Sei que amanhã, quando a IFA começa de fato para nós, jornalistas, a “batalha” será árdua para conseguir uma conexão ou um lugar sentado para as entrevistas coletivas das grandes empresas. São esperados aqui mais de 3 mil colegas, sem contar um número incalculável de “blogueiros” – esses seres que surgem como formigas, só que em muitos casos caindo de paraquedas em eventos como este. Novidades? Sempre tem. Por enquanto, só se fala de tablets e smartphones. Vamos ver amanhã.
Ah! Sim, a evolução inclui a área alimentícia, pelo menos aqui nas imediações do hotel: minha padaria preferida (nesse quesito, Berlim é quase tão irresistível quanto São Paulo) não existe mais. Em compensação, do outro lado da rua abriu outra, que parece melhor ainda. Já estou indo experimentar: os pães alemãs são ótimos!
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