Falando em Google, reportagem do New York Times nesta 6a. feira revela os planos da empresa que domina a internet para criar novos formatos de publicidade on-line. E são planos assustadores, acreditem.
Diferentemente de outros mecanismos de busca, o da Google identifica os últimos sites que você visitou antes de entrar lá. Com isso, consegue determinar o que os experts chamam de behavioural targeting, algo como “comportamento virtual” do internauta. E assim pode criar mensagens publicitárias milimetricamente direcionadas, atingindo em cheio seu alvo. “Queremos saber o que a pessoa anda fazendo naquele momento, e não há um mês atrás”, diz Fox.
Ou seja, uma espécie de big brother dos tempos de internet, considerando que a Google domina hoje dois terços do mercado mundial de buscas. Não é por acaso, portanto, que a Federal Trade Comission – órgão que regula o livre comércio nos EUA – está analisando a nova estratégia comercial da Google para, quem sabe, impor regras a esse tipo de publicidade. Todos os donos de endereços gmail seriam, por esse raciocínio, potenciais vítimas do esquema.
Eis aí mais um tema para os estudiosos da web: nestes tempos de Googlemania, qual é o nosso grau de privacidade?
A propósito, para quem quiser entender mais desse assunto, recomendo dois livros obrigatórios (e seus respectivos links):
A Cauda Longa, de Chris Anderson e
Wikinomics, de Don Tapscott e Anthony D. Williams
Ah! Sim, e este é o link para a reportagem do NY Times.
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