eSports e games online, também na TV paga

15 de agosto de 2019

O Brasil já é o terceiro país do mundo em audiência de eSports. Há pelo menos 18 milhões de brasileiros seguindo essas competições, seja online, com audiências que superam até os times de futebol mais populares, seja ao vivo mesmo, em inúmeros eventos que reúnem essa, como se diz hoje, comunidade. Segundo a Microsoft, há ainda no país alguns milhões de usuários do Xbox – e deve haver outros tantos do PlayStation.

Temos aí, portanto, um gigantesco mercado consumidor. E é nesse público, com alto poder de consumo, que a operadora Claro está de olho. Nesta quarta-feira, a empresa organizou em São Paulo um evento para apresentar sua plataforma Claro Gaming, serviço em que essa galera tem grandes chances de encontrar seus… ah! sim, parceiros. A operadora vem trabalhando há quase dois anos nesse projeto, desenvolvido em conjunto com eles, os gamers.

Como se sabe, jogar online vem se tornando ocupação primordial para milhares de meninos e meninas (e adultos também); para isso, item de primeiríssima necessidade é uma boa conexão de banda larga. “Montamos uma nova estrutura interna para atender esse público”, diz Marcio Carvalho, diretor de marketing da Claro, que agora centraliza também os serviços da NET. “A ideia é que eles possam jogar e se manter conectados tanto em casa quanto fora, através de qualquer dispositivo, e com a máxima velocidade e estabilidade de sinal”.

Nesse projeto, a Claro tem parceiros de peso: Globo, Microsoft e Google, que enviaram representantes para o evento, e também a BBL, holding de entretenimento que domina o segmento de eSports. Sabendo-se (como já comentamos aqui) que Amazon, Apple, Facebook e outros gigantes da tecnologia também estão de olho nesse mercado, a Claro sem dúvida está marcando um belo gol – um eGol!

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