Tendências tecnológicas, capítulo 2021

8 de março de 2021

A edição de março da revista HOME THEATER & CASA DIGITAL, saindo esta semana, traz – como é comum nesta época do ano – artigo sobre as tendências da tecnologia para 2021. Com base em estudos das principais consultorias especializadas, entidades como AVIXA e CTA e das próprias empresas, mostramos produtos e sistemas que já entraram no radar dos profissionais e, em alguns casos, dos próprios consumidores.

Entre os tópicos mais citados, destaco o chamado e-Health, termo que designa as soluções de saúde, tanto na área pessoal (há uma infinidade de dispositivos chegando) quanto na telemedicina, que terão impacto sobre nossas vidas neste e nos próximos anos. Outra tendência irreversível é o que se convencionou chamar de “novo normal”, com as pessoas trabalhando e estudando em suas próprias casas e as empresas tendo que se adequar a isso.

O avanço da Inteligência Artificial e da Internet das Coisas é outro fenômeno atual que tende a ocupar cada vez mais espaço em todo tipo de atividade. Essas duas tecnologias fatalmente crescerão com a chegada do 5G (no Brasil, só em 2022) e do Wi-Fi 6 (que já comentamos aqui), assim como a simbiose entre TV e internet, simbolizada nas TVs smart e sua infinidade de serviços agregados (vejam os detalhes).

Para quem quiser ir mais fundo nessas e outras tendências, recomendo também a nova edição da revista Technology Review, do MIT, que aborda o tema de modo mais abrangente, apontando 10 tópicos da ciência que deverão se destacar este ano. O principal deles talvez seja o mRNA, base das novas vacina com poder de antecipar a defesa do organismo contra vírus e bactérias. Mais do que bem-vindo avanço!

Mas a lista das “10 mais” traz outras inovações batendo à nossa porta. “GPT-3” é um tremendo salto na conversão de texto escrito em linguagem falada; “hidrogênio verde” é como se denomina a tecnologia para obter energia a partir da água, algo que poderá ser feito dentro de casa; e “GPS III” indica um aperfeiçoamento dos sistemas de geoposicionamento que já conhecemos, reduzindo de 5m para 1,50m o grau de precisão da localização – vejam aqui as outras 7 tendências.

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